Quem nunca quis que a brincadeira pudesse durar
mais...
Brincar,
Veio do latim VINCULUM ou do germânico BLINKAN ou BLINKEN que significa
brilhar.
Brilhar,
ótima definição para a palavra brincar... Afinal, é a primeira coisa que vemos
nos olhos de uma criança quando lhe é dado um brinquedo.
Desde os tempos antigos que os brinquedos tiveram um importante
papel na vida das crianças. Por milhares de anos crianças brincaram com
brinquedos dos mais variados tipos. Bolinhas de gude foram usadas por crianças
no continente africano há milhares de anos. Na Grécia Antiga e no Império
Romano, brinquedos comuns eram barquinhos e espadas de madeira, entre os
meninos, e bonecas entre as meninas. Durante a Idade Média, os fantoches eram
brinquedos muito comuns entre as crianças.
Os brinquedos chegaram ao Brasil pela família lusitana Rebelo. O Sr. Manoel Rebelo foi o pioneiro em lojas especializadas no Brasil, ao abrir no bairro do Jabaquara, em São Paulo, a loja que viria a ser o centro de referência do assunto no Brasil. A Rebelos' Funhouse é hoje a loja mais visitada na América Latina e tem um estoque e acervo invejável a qualquer loja na Europa e EUA.
Brinquedos aumentam o comportamento cognitivo e estimulam a criatividade. Auxiliam no desenvolvimento das habilidades físicas e mentais que são necessárias mais tarde na vida. (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre).
Os brinquedos chegaram ao Brasil pela família lusitana Rebelo. O Sr. Manoel Rebelo foi o pioneiro em lojas especializadas no Brasil, ao abrir no bairro do Jabaquara, em São Paulo, a loja que viria a ser o centro de referência do assunto no Brasil. A Rebelos' Funhouse é hoje a loja mais visitada na América Latina e tem um estoque e acervo invejável a qualquer loja na Europa e EUA.
Brinquedos aumentam o comportamento cognitivo e estimulam a criatividade. Auxiliam no desenvolvimento das habilidades físicas e mentais que são necessárias mais tarde na vida. (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre).
Acreditamos
que todos nós tenhamos um brinquedo ou brincadeira preferida, que só de lembrar
bate aquela enorme saudade da infância... E isso é fato, não importa a idade
que temos, com certeza temos em mente aquele brinquedo inesquecível.
Partindo
disto, aqui está uma de nossas idéias que por enquanto é uma mera utopia...
Acreditamos que, em meio ao estresse gerado pelo dia a dia e no turbilhão
enlouquecedor em que vivemos, perdemos nossa identidade, nos tornamos mais
agressivos, chegamos a descontar nossas frustrações em pessoas que amamos.
Juntamente com esse mundo cada vez mais capitalista, pensamos cada vez mais em
“ter” do que em “ser” e somos cada vez mais fruto da brutalidade da nossa
sociedade, cada vez mais violenta e sem credos.
Então
pensamos: Por que não fazermos uma “terapia do brinquedo”? Não falo aqui, numa
terapia propriamente dita, baseada em regras ou paradigmas médicos. Falo de uma
terapia individual, onde cada um e qualquer um de nós podem executar.
Quando
criança vivi muito tempo da minha vida sozinho... Pois por muito tempo fui
filho único, Brincava comigo mesmo e com meus brinquedos, mas nem por isso me
sentia só ou cresci frustrado, pois aproveitei bastante a minha infância. Mas aprendi,
que muitas das minhas raivas, frustrações, desilusões e estresse eu podia curar
quando estava brincando sozinho ou com meus amigos. Por isso acredito que não
tive grandes “revoltas” na minha adolescência.
Apesar
disso, tive bastante dificuldade em me relacionar com meu filho no fator
brincadeiras, mas hoje estou aprendendo a trabalhar mais esse lado.
O
que estou querendo dizer com isso tudo, é que se cada um de nós, parar para
brincar de vez em quando... Mas falo brincar mesmo, brincar com os amigos,
filhos, até mesmo sozinho, poderia resolver muitos dos seus problemas. Com a
brincadeira, a vida se torna mais fácil, e os problemas começam a clarear, você
pode encontrar soluções que antes pareciam impossíveis de se achar, passa a ver
que a vida é mais simples do que se possa imaginar e somos nós que a
complicamos.
Penso
numa sala, uma sala cheia de brinquedos, alguns dos que brincávamos na nossa
infância, outros mais recentes, etc.
Onde
ao invés de ingerir bebida alcoólica e fazer besteiras como crianças imaturas,
pudéssemos simplesmente brincar, fazer uma troca de energias, as ruins pelas
boas e voltar a ser criança por algumas horas, não vejo vergonha alguma nisso!
Não
falo aqui de ninguém se abster em beber, afinal não quero aqui pregar nenhum
tipo de lição de moral, acho que apenas se deve ter moderação ao fazer e fazer
com responsabilidade, mas de pararmos de vez em quando e relembrarmos o quanto
é bom brincar e esquecer-se do tempo, do trabalho cansativo e das preocupações
por algumas horas mágicas.
Certa
vez, fiz uma experiência na faculdade juntamente com um grupo de colegas.
Resolvemos relembrar uma velha brincadeira chamada DETETIVE. Resume-se em
cortar pequenos pedaços de papel, onde um seria o detetive, outro o assassino e
os demais as vítimas, o assassino matava suas vítimas com uma simples e
discreta piscadela de olho e o detetive teria que descobrir e dar voz de prisão
ao assassino se acertasse ele ganhava se errasse ele perdia e quem ganhava era
o assassino. Simples assim!
No
início a maioria ficou com vergonha e resistente, mas quando viram todos se
divertindo e brincando junto em meio a muita gargalhada, todos resolveram
participar. Logo o clima contagiou a todos... Em pouco tempo todos se
esqueceram da vida por algumas horas no intervalo das aulas.
Não
resista aos seus instintos, se divirta, relaxe, esqueça o
amadurecimento, a fruta muito madura logo se torna podre e negra, assim como
nossa alma se nos deixar corromper pelos negros males da vida. Ou seja,
simplesmente... BRINQUE!
Rogério P. Magalhães e Marizan
Menezes Santana.


Cara! Eu me lembrei do meu atari. Era tri legal. Sem contar q nos campeonatos de jogo de botão eu mandava bem.... Roger Ly e Mário deixo aqui o meu registro e elogio ao blog. Tá massa.
ResponderExcluirValeu cara!!! Estaremos escrevendo mais coisas e compartilhe mais coisas e experiências com agente, podemos usar em outras postagens... Ahh e faz a divulgação aí!! rs Abraço!
ExcluirAmigo!!! Adorei o seu texto, voltei a infância com muita saudade!!! Das nossas férias em Valença, onde a Vila era nosso mundo explorado, ficávamos na rua até tarde, com as portas das casas abertas, as luzes acesa iluminava a nossa alegria de criança. As brincadeiras eram divertidas, sem maldade e sem inveja. As brincadeiras de roda, o chuta lata, o pega-pega, o esconde-esconde... Bjuxsss
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